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Linguística
Prof. Dr. Antônio Jackson de Souza Brandão |
FUNÇÕES DA LINGUAGEM:
EXERCÍCIOS |
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IDENTIFIQUE A FUNÇÃO DA LINGUAGEM QUE PREVALECE NOS TEXTOS ABAIXO, EXPLICANDO
DUAS.
a) ![]() b) ![]() (Este doente incurável custa 60.000 marcos à sociedade durante seu tempo de vida. Compatriotas, este dinheiro também é seu . Leiam Neues Volk (Novo Povo), o caderno mensal do Comitê de Política Racial do NSDAP. c) Meus oito anos Oh ! que saudades que eu tenho
Como são belos os dias (...) (Casimiro de Abreu)
d)
O difícil adeus ao cigarro
Entende-se o esforço. Deixar de fumar é um desafio que poucos conseguem
vencer. Segundo um estudo publicado pela revista New Scientist, 85% dos
que param voltam a dar suas baforadas depois de um ano. Alguns recaem
antes. Só 3% conseguem, de fato, abandonar o vício. Quem procura ajuda
médica, toma remédio e faz terapia aumenta sua chance de sucesso para
20%. O Brasil é um dos recordistas em motivação para largar o cigarro.
Um estudo feito pela psiquiatra Analice Gigliotti, chefe do setor de
dependência química da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro,
mostra que 81% dos fumantes brasileiros querem parar. É um porcentual só
comparável ao dos suecos, com 85%. Mas o índice de tentativas frustradas
entre os brasileiros é igualmente alto: cada um já tentou parar cinco
vezes, em média - sem sucesso. Difícil é, mas vale a pena. O tabaco
causa 50 tipos de doença. As mortes anuais em virtude de seu uso chegam
a 5 milhões no mundo, 200 mil no Brasil. 'Já tomei a decisão de parar,
porque quero ver meus filhos crescer. Mas não consigo', afirma a
ex-deputada federal Rita Camata, de 41 anos. Na condição de vice do
candidato a presidente José Serra, antitabagista convicto, ela reduziu o
consumo diário. Nas duas vezes em que engravidou, chegou a parar
completamente. Mas depois voltou. 'Sou dependente', confessa. 'Não me
sinto à vontade para acender um cigarro nem em minha própria casa, mas
ainda não sei viver sem fumar.'
(Revista Época, jun/2003)
e)
Vela
A luz apagou... A energia acabou, Procuram-se velas, procuram-se tréguas. A chama clama Pra viver. Seu brilho é amarelo, marrom e azul: azul céu, marrom terra, amarelo ânima que anima nossa vida, nos dá esperança nos faz ser criança! A vela nos vela nas noites frias noites sombrias, que medo nos dá de ficarmos sós f)
Do lugar-comum ao incomum
O jornalista inglês Bill Emmont, que acaba
de deixar a direção da The Economist depois de 13 anos de excelente
trabalho, dá a receita do seu êxito à testa de um semanário de informação.
Além de reforçar o interesse pelo crescimento de Índia e China “e outros
gigantes em desenvolvimento” e de elevar a qualidade “da análise e da
explicação”, cabe brindar os leitores, toda semana, com dois ou três
assuntos “nos quais você não pensou”.
(...)
Emmont é cavalheiro refinado e cidadão responsável. Não se daria bem
nas redações nativas, onde se espalha a convicção de que o leitor é
ignorante, para não dizer coisa pior. Donde, nivelemos por baixo. Aviltemos
a língua e manipulemos a informação. Espírito crítico? Senso de humor?
Praticamente zero. Emmott anda na mão oposta.
Para nadar contra a corrente, neste nosso rio poluído, basta
respeitar a verdade factual, praticar o espírito crítico e fiscalizar o
poder, em todos os quadrantes, para aderir à receita de Emmott é suficiente
encarar os fatos com honestidade e independência. E respeito pelo leitor e
pela profissão.
A mídia verde-amarela, com raras exceções, é o refúgio do
lugar-comum, da frase feita, do clichê. O santuário. A origem está na
prepotência de poucos, a explorar a resignação dos demais.
(...)
O lugar-comum serve para explicar tudo, imposto de cima para baixo.
Digamos. Lula é um metalúrgico inculto. O governo atual é o mais corrupto de
todos os tempos, Fernando Henrique Cardoso é o príncipe dos sociólogos que o
mundo nos inveja. E assim por diante. Desculpem, mas o futebol também gera
monumentais lugares-comuns, uivados por locutores e comentaristas. (Revista Carta Capital, março/2006)
g)
h)
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Sinal Fechado
Olá, como vai ?
(Paulinho da Viola)
i)
protuberância s.f do Lat. *protuberantia, de protuberare, fazer bojo; saliência; parte saliente; elevação. excrescência, bossa; apófise.
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